Na opinião do médico naturalista Augusto Vinholis, as pessoas são exigentes quanto à aparência dos alimentos e não se preocupam com a qualidade. “É preciso mudar este pensamento, pois é preferível comprar tomate com bichinho do que liso e bonito, mas composto por até 12 tipos de agrotóxicos. O feijão com caruncho e palha também não deve ser trocado pelo limpo, mas contaminado por inseticidas.”
Vinholis já realizou pesquisas na região de Brasília, onde pôde constatar o uso exagerado de agrotóxicos nas plantações. Segundo ele, os alimentos contaminados por defensivos contribuem para acumular radicais livres e metais pesados no organismo, podendo causar câncer de fígado, doenças degenerativas graves, como Mal de Alzheimer e Mal de Parkinson, além de outros tipos de tumores.
Os agrotóxicos podem ser divididos em inseticidas (combatem insetos, larvas e formigas), fungicidas (contra fungos) e herbicidas (contra ervas daninhas). A presença do agrotóxico no organismo provoca tontura, perturbação da visão, náusea, vômito, dor de cabeça e falhas na coordenação motora. A longo prazo, o acúmulo do produto no organismo pode causar problemas renais, cardíacos e respiratórios.
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