quinta-feira, 18 de março de 2010

Certificado de inspeção

O supervisor de inspeção da delegacia regional do IMA de Juiz de Fora, José Alberto Moreira de Souza, também aconselha a não comprar lingüiça, hambúrguer e almôndega sem serem embaladas e de empresas com certificado de inspeção. “Sem esta garantia, não dá para saber como o produto foi feito e em que estado de conservação estava a carne. A pessoa corre riscos de ter intoxicação alimentar e até doenças graves, como leptospirose, salmonelose e cisticercose.”

A delegacia regional do IMA possui 70 indústrias registradas e abrange 104 municípios, incluindo Juiz de Fora. O órgão faz inspeção permanente antes e depois do abate de carnes bovinas e suínas. Um médico veterinário avalia as condições de saúde dos animais e, quando são detectados sintomas de doenças, o boi é separado do lote no matadouro, para evitar risco de contaminação. Dependendo do tipo de problema, a carne é destruída ou levada para indústria, onde passa por tratamento.

Entre as doenças mais comuns encontradas durante a inspeção estão cisticercose, hepatite, tuberculose, contusões graves e pneumonia. A cisticercose é uma doença parasitária que ocorre nos homens e nos animais, podendo ocasionar, nos seres humanos, parasitoses intestinais (tênia) e em outros órgãos. A pior delas é quando o parasito se aloja no cérebro, podendo causar desde convulsões e paralisias até a morte. As pessoas correm riscos de contrair a doença quando comem carnes bovinas e suínas mal cozidas.

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